Faça estas perguntas: com que idade penso reformar-me? Espero deixar de trabalhar após a reforma ou não? Quantos mais anos de vida terei após a reforma, 10, 20, 30? Quando dinheiro precisarei por mês/ano para manter um bom padrão de vida após a reforma? Como irei suportar os custos desses anos que se seguem após a reforma?

Quando os empregos atuais já não são os mesmos de há 50 anos atrás, quando a idade da reforma em Portugal aumenta de ano para ano e quando os cuidados de saúde de que dispomos nos permitem aumentar a esperança média de vida, somos obrigados a repensar qual o nosso posicionamento no mercado de trabalho.

Se antigamente trabalhávamos até aos 50 anos e gozávamos de uma pensão de reforma garantida, hoje em dia a idade da reforma já se situa nos 66 anos e 3 meses, e não é certo que vejamos a cor do dinheiro que andámos a separar. Possivelmente não será na “idade da reforma” o momento em que terminamos de trabalhar pois sabemos que nem sempre é garantida a reforma a que temos direito e nem sempre as nossas poupanças chegam para as demandas. Além disso, como a esperança média de vida em Portugal se situa nos 78 anos para os homens e nos 84 anos para as mulheres, temos de ter em conta que de algum lado terá de vir o dinheiro para sustentar esses anos de vida pós-laboral – fazendo uma simples conta, para os homens são em média, 12 anos, e para as mulheres são pelo menos 18 anos. Mas podemos viver mais, ou seja, podemos necessitar de fundo maneio para 30 ou 40 anos, contando que chegamos aos 100. Se considerarmos um valor mês de 1.000 euros, isso significa 12.000 euros/ano. Pode representar um montante de pelo menos 144.000 euros. Como vamos gerar esse dinheiro ao longo do tempo?

Todas estas perguntas levam-nos a procurar soluções que nos permitam: 1º mantermo-nos profissionalmente atualizados e competitivos até à idade da reforma e, quem sabe, por aí em diante; 2º permanecermos física e mentalmente aptos a desempenhar as nossas funções profissionais até bem tarde.

Os tempos modernos obrigam-nos a atualizações constantes, como se de um computador ou smartphone nos tratássemos. Obrigam-nos a manter os conhecimentos atualizados e as ferramentas de trabalho em dia. Se antigamente nos bastava uma profissão para a vida toda, hoje temos de ser criativos e flexíveis para nos adaptarmos às constantes mudanças do mundo laboral. Contudo, apesar de todos os cursos que possamos fazer, todas as pós-graduações e mestrados, todas as formações que nos mantenham “on top of our game”, de nada nos servirá uma pós-graduação se não tivermos a saúde que nos permita ser profissionalmente ativos.

Assim, torna-se fundamental apostar numa boa prevenção e manutenção da máquina laboral, vulgo, corpo e mente, para que ela nos acompanhe por muitos e bons anos profissionais. Queiramos por isso cuidar do corpo pois dele dependemos por mais anos laborais do que esperávamos: alimentação saudável, exercício físico e descanso são os ingredientes básicos necessários para que a máquina se mantenha ativa. Tão simples quanto isso, e estaremos preparados para uma longa vida profissional.

É por esta razão que os colaboradores que apostam na sua saúde estão mais aptos a vingar no meio laboral, durante mais tempo e, as empresas que apostam na saúde dos seus colaboradores são também locais mais preparados para acolher as transformações que os dias de hoje trazem, pois têm colaboradores mais saudáveis e preparados para as mudanças.

Torna-se por isso fator diferenciador o colaborador que, além de apostar na sua formação e atualização constantes, aposta acima de tudo na sua saúde e bem-estar. Para as empresas, a diferenciação está em apostar não só na formação dos seus colaboradores, mas acima de tudo, apostar na saúde dos mesmos, pois dela dependem se quiserem ser produtivas e competitivas.